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Os 7 momentos mais polêmicos da sabatina de Jorge Messias; vídeos

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A aprovação, por 16 votos a 11, foi confirmada após quase oito horas de sabatina.

Como era esperado, Messias foi confrontado por senadores da oposição sobre diversos assuntos, como aborto, censura, atos do 8 de janeiro e a atuação controversa da AGU. A Gazeta do Povo selecionou sete momentos que marcaram a sabatina. Acompanhe e assista aos vídeos:

1) Messias chora e recebe abraço polêmico de opositor

No início da sabatina, Jorge Messias fez um discurso emocionado, com referências religiosas e à democracia, e chegou a chorar. Ao final da fala, ganhou um abraço do deputado oposicionista Sóstenes Cavalcante (PL-AL).

2) Indicado diz ser “contra o aborto” e é confrontado

Antecipando-se a uma polêmica, Messias se posicionou de início sobre o aborto, dizendo ser “totalmente contra” o procedimento. A afirmação não convenceu o senador Magno Malta (PL-ES), que confrontou o advogado.

3) Recuo sobre o 8 de janeiro

Durante a sabatina, Jorge Messias defendeu suas ações após os atos de 8 de janeiro e negou que tenha pedido prisões preventivas.

4) Flávio encurrala com acusações de abuso e escândalo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confrontou Messias citando supostas omissões da AGU no escândalo de fraudes do INSS envolvendo familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

5) Moro resgata Dilma Rousseff

O senador Sergio Moro (PL-PR) fez uma série de questionamentos técnicos e políticos, abordando inclusive a classificação do impeachment de Dilma Rousseff como “golpe de 2016”.

6) Soraya diz para não esquecer dos amigos

Com um discurso afável, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) se disse favorável à indicação e pediu que Messias não esquecesse dos “amigos” que fez em sua jornada ao STF.

7) Sobrou até para Caetano Veloso

Até Caetano Veloso foi citado durante a sabatina, com o senador Otto Alencar (PSD-BA) corrigindo um colega ao dizer que o cantor “nunca pegou em arma, só em violão”.

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