O espécime, um macho, batizado como “Irapuã”, foi capturado três dias após o ataque, no dia 24 de abril de 2025.
O animal estava magro, apático, debilitado e com possível quadro de desnutrição. Após o resgate, Irapuã ficou 21 dias em reabilitação no Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) em Campo Grande e posteriormente transferido ao Instituto Ampara Animal, localizado na cidade de Amparo, em São Paulo, onde vive atualmente.
“A onça está super bem. Voltou a ganhar peso e já ganhou bastante peso. Não está manso, mas já acostumou com a gente, com o manejo”, explicou.
Imagens cedidas: Ampara Silvestre / Jorge Salomão
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